sábado, 3 de fevereiro de 2018

CRONOGRAMA:
03 de Março - das 9:00h às 12:00h (Local Auditório da Uninove)– Disciplina: Princípios e Diretrizes da Associação Viva e Deixe Viver e Fundamentos Filosóficos do Voluntariado Contemporâneo.
Apresentação da Associação Viva e Deixe Viver e do processo de treinamento.
Educar para a solidariedade pressupõe recuperar conceitos que não se reduzem a sentimentalismos ou a uma vaga ideia de assistencialismo. Solidariedade tem a ver com a solidez de uma vida em sociedade, a qual se apoia na vida da família e na de outras comunidades.

17 de Março - das 9:00h às 12:00h (Local Auditório da Uninove)- Disciplina: Planejamento Pessoal e Administração no Tempo do era uma vez.
Propõe aos participantes uma visão sobre as diferentes atividades do seu dia-a-dia, proporcionando uma reflexão sobre a inserção da ação voluntária na magia do “Era uma vez, do Brincar e como elas transformam as vidas de pais e crianças”.

07 de Abril - das 9:00h às 12:00h (Local Auditório da Uninove)- Disciplina: A Ética do Contador e o Uso do Avental da Viva e Ambientação Hospitalar e O Mundo da Saúde.
A arte de Contar histórias motivando vidas no acolhimento, a Empatia no Acolhimento, Educação. NR32.
Abordar a realidade hospitalar, os cuidados necessários com a higiene, como a lavagem das mãos, alimentação, aparência, o respeito pela equipe multidisciplinar, acompanhantes e pelas normas do hospital, através de literatura apropriada visando a cultura e educação. Conhecer práticas e valores da Associação.

07 de Abril das 13:00h as 17:00h (Local Auditório da Uninove)- Fórum de Humanização -

28 de Abril - das 9:00h às 12:00h (Local Auditório da Uninove)- Disciplina: “Formação de leitores e o Valor do Registro no Diário do contador.
Apresentar aos participantes as principais técnicas de contação de Histórias, recursos e os benefícios da leitura, baseada no prazer, na identificação, no interesse e na liberdade de interpretação.

05 de Maio - das 9:00h às 12:00h (Local Auditório da Uninove)– Disciplina: Processo de Morrer /Lidar com as Perdas.
Fala sobre o paciente paliativo e sua família, o conforto físico, social e espiritual, além do processo de luto.

14 a 19 de Maio (Sede da Associação) Horário a Definir- Disciplina: “Vivência Terapêutica - Aprendendo a Perder” (escolher apenas um dia na semana).
Sistema de avaliação do voluntário para atuar na ambiência hospitalar através da dinâmica que propõe a reflexão sobre questões emocionais que surgem durante a atuação junto às crianças e aos adolescentes nos hospitais.

26 de Maio – Workshop: “A descoberta do Brincar e Contar Histórias na Saúde mental” (Anfiteatro do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas)- Disciplina: A Descoberta do Brincar Educacional

4 a 9 de Junho (Obrigatória) (Sede da Associação) Horário a Definir- Sarau Literário (escolher apenas um dia na semana).
Oportunidade de vivenciar uma situação de contação de histórias e orientação para desenvolver esta técnica.

18 de Junho a 15 de Julho (Obrigatória)- Disciplina: Treinamento no Hospital (um dia por semana) (Hospital de Escolha)
Conhecer o ambiente hospitalar, as regras do hospital e iniciar a contação de histórias e incentivar a leitura para as crianças e adolescentes a partir do monitoramento de um voluntário mais experiente. Conhecer o ambiente hospitalar, as regras do hospital e iniciar a Contação.

4 de Agosto (Obrigatória) (Sede da Associação) Horário a Definir- Disciplina: “Conversa Viva: Assumindo o seu Contador de Histórias”. Discutir as experiências vividas e enfrentamentos durante o treinamento monitorado nos hospitais. Impactar os novos voluntários transcorrendo todo o processo preparatório de 7 meses que ele teve que passar para chegar à etapa final.

19 de Agosto das 9:00h às 12:00h (A data poderá ser alterada)– Formatura: “Celebrando a Arte de Ler, Brincar e Contar Histórias”.
Local: Auditório da Uninove Campus Memorial – Av. Francisco Matarazzo, 364 – Água Branca 
Local: Sede da Associação Viva e Deixe Viver – Rua Fortunato, 140 – Santa Cecília. 

Taxa de inscrição
A formação para Contadores de Histórias da Viva e Deixe Viver 2018 tem 90% do custo subsidiado pela Lei Rouanet. Portanto o interessado em participar desta formação deverá contribuir com o pagamento de uma taxa única no valor de R$ 315,00 (trezentos e quinze reais), correspondente aos 10% restantes dos custos e que se destina à manutenção dos espaços, custos administrativos, recebimento de uma camiseta Viva (para ações extras hospitalares) e o direito do uso do avental dentro dos hospitais. 
Àqueles que optarem apenas pela certificação de Contação de Histórias, caberá o pagamento de uma taxa única de R$190,00( cento e noventa reais). Para todos os fins, eles não farão parte do quadro de voluntários da Associação Viva e Deixe Viver e não terão o direito de uso do avental. 

Não haverá devolução da taxa de inscrição em caso de desistência do Curso de Contação de História.

Quanto à isenção da taxa, será concedida excepcionalmente e limitada a 05% das vagas disponibilizadas no curso, condicionada ao abaixo disposto: 
a) Deverá ser requerida por escrito, no local designado para as inscrições, com antecedência de 30 (trinta) dias impreterivelmente da data do início do Curso; 
b) O requerente deverá declarar, sob as penas da lei, ter renda mensal própria ou do responsável inferior ao limite de isenção do imposto de renda.

Limite de inscrições: 250 vagas.

Clique aqui e faça a sua inscrição


http://www.vivaedeixeviver.org.br/curso-viva-e-deixe-viver-de-contacao-de-historias-2018-sp - acesso em 27.jan.2018

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Gouaches!!


Olá, queridos leitores!
Espero que todos estejam aproveitando este mês de janeiro.
De minha parte, estou treinando o uso de guaches, que são primos das aquarelas. Para tanto, estou usando um velho livro que está sendo reproposto para ser um caderno de esboços. 
Hello dear readers!
I hope all of you were making very good use of this January.
Well, now I am training painting using gouaches, that are a kind of cousins of watercolors, only more opaque. For this venture I am using and old book that is being repurposed as a sketchbook of sorts.




Além do livro reproposto, comecei um sketchbook da Canson e estou treinando lettering e citações bíblicas.
Um grande mês de janeiro!!

Besides the repurposed book, I started a sketchbook from Canson and I am training lettering and Biblical quotations. 
A very happy January!!

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Minha primeira aquarela de 2018 / My first watercolor painting of 2018


Olá, queridos leitores!
Fiz esta pintura em 1o. de Janeiro, como uma forma de começar bem o ano de 2018. Reconheço que tenho que melhorar muito, o que só acontecerá se eu praticar, praticar e praticar.
Feliz Ano Novo!

Hello dear readers!
I made this painting in January 1rst, as a way to start 2018 well.
I am the 1rst to acknowledge that I need to improve a lot, what only happens when I practice, practice, practice.
Happy New Year!!



segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Mamãe e os preparativos para o Ano Novo / Mother and the preparations to the New Year


Olá, queridos leitores!
Feliz Ano Novo!
Quero documentar aqui alguns preparativos da mamãe tocante ao almoço de Ano Novo.
Atualmente ela tem 76 anos e ainda faz questão de manter algumas tradições do Ano Novo japonês conforme ela aprendeu na infância: ela faz o mochi (bolinhos de arroz) e o manju assado (doces tradicionais). Eu sou uma privilegiada!

Hello, dear readers!
Happy New Year!
I want to share with you some pictures of the efforts my mother made concerning the New Year lunch. Nowadays she is 76 years old and she wants to keep some traditions of Japanese New Year as she learnt in her childhood: she made the moch (rice balls) and the manju (traditional sweet). I am so privileged because she is auto sufficient and wanted to do these kind of foodstuff that is so hard and take soo much time to make.






sábado, 30 de dezembro de 2017

Meu poema para o fim do ano de 2017 / My chosen poem for the end of the year

Olá, queridos leitores!
Eis o meu poema de final de ano, como uma mensagem para 2018, mais uma vez tirada da minha tarefa de montar um calendário de 52 segundas-feiras de poemas no blog da Rede de Bibliotecas Públicas de Guarulhos. É incrível como os livros de poemas certos caem na minha mão quando eu preciso deles!!
Feliz Ano Novo!!

Hello dear readers!
You have now my chosen poem of the end of 2017 as a message for 2018, one more time took from my annual task of selection and setting of a 52 Mondays poems to the blog of System Public Library of Guarulhos. For me is incredible how the right books of poetry is laid to me when I need them.
Happy New Year!


SILVA, Abel. Se queres vida. IN: Só uma palavra me devora: poesia completa e inéditos. 3a.ed. Rio de Janeiro, Record, 2001. p.152

Se queres vida tira do caminho
o que não vive, não voa, o que apodrece,
apaga este fogo que te queima
e te devora a carne e não te aquece.
Também esquece qualquer ressentimento
que te amargue a boca e te emudeça,
retira as pedras de teu peito,
as pedras rolam e impedem que
adormeças.
E ouve bem o ritmo secreto do silêncio
e tudo que ensinam as linhas de tua mão
bebe deste rio que em segrego
brota da nascente do teu coração.

If you want life (translation of Lucia Sasaki)


If you want life take of your way

what doesn't lives, doesn't flies, what spoils
Put out this fire that burns you
and that devour your flesh and doesn't warms you.
Also, forget any hurt
that embitter your mouth and make you mute,
withdraw the stones in your breast
the stones roll and prevent
that you slumber.
And hear well the secret rhytm of silence
and all that is taught by the lines of your hand
drink from this river that in secret
springs from the well of your heart.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Roda de Leitura 2018: Ciclo Arte e artistas na Literatura

Ciclo 2018: Artes e artistas na Literatura

Fevereiro
Arquivo Histórico: 17 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 21 (4a.feira)

SANTOS, João Felício dos. Cristo de lama: romance do Aleijadinho de Vila-Rica.
Rio de Janeiro, José Olympio, 2014. 192p.

Cristo de lama é a biografia romanceada do mestre escultor de Minas Gerais. Antonio Francisco Lisboa. o Aleijadinho. Em linguagem marcadamente colonial. João Felício dos Santos nos presenteia com a longa jornada de um clássico herói das camadas populares: pobre, doente e mulato.


Março
Arquivo Histórico: 10(Sábado)
Espaço Novo Mundo: 13 (3a.feira)


VAN GOGH, Vincent; RUPRECHT, Pierre (trad.) Cartas a Theo. 
Porto Alegre, L&PM, 1997. 384p.
Em Cartas a Théo está a descriçăo das obras, a formulaçăo do complexo e avançado pensamento estético de Van Gogh e a descriçăo da evoluçăo da sua própria loucura. Um material emocionante e revelador, tanto pela sua obsessiva convicçăo de que era realmente um artista, como também pela paradoxal conscięncia da própria loucura. Nas cartas, Vincent fala abertamente da sua "doença", reflete sobre ela e dramaticamente prevę as crises que se tornaram mais freqüentes no final da vida e culminaram com sua morte trágica.

Abril
Arquivo Histórico: 14 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 17 (3a.feira)

BUNDRICK, Sheramy. Os girassóis: um romance sobre Vincent van Gogh. 
São Paulo, Prumo, 2009. 469p.

Rachel cochila em um lindo jardim em Arles e, quando desperta, descobre que está sendo desenhada por um homem de cabelos vermelhos com chapéu de palha amarelo. Trata-se do excêntrico pintor Vincent van Gogh. Ele, então, vai ao bordel onde ela trabalha com um buquê de flores e um desejo incomensurável de terminar a pintura. Assim, uma longa, profunda e intensa paixão surge entre Rachel e o artista.
Mas o que Rachel procura sobre seu passado tempestuoso não pode ser encontrado ali, em meio à guerra de sentimentos e emoções da mente de Vincent. Um acontecimento chocante irá expor a áspera e inescapável verdade sobre aquele artista que ela nasceu para amar, até mais que a própria vida.
Os girassóis é um romance em que se misturam a ficção e a realidade, a criação e o desejo, a paixão e a loucura, a arte e o amor.

Maio
Arquivo Histórico: 12 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 15 (3a.feira)
PAMUK, Orhan. Meu nome é vermelho. 
São Paulo, Companhia de Bolso, 2013. 576p.

Narrativa policial, um amor proibido e reflexões sobre as culturas do Oriente se reúnem neste livro. Estamos em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da fuga de Maomé para Meca, o sultão encomenda um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano. 
Na tentativa de afirmar a superioridade do mundo islâmico, as imagens do livro deveriam ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando intrigas e o assassinato de um artista que trabalhava no livro. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre Negro, que volta a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. 
Construída por dezenove narradores - entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas. 

Junho
Arquivo Histórico: 9 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 12 (3a.feira)

PLACE, François. O velho louco por desenho.
São Paulo, Companhia das Letrinhas, 2004. 94p.

Tojiro é um menino esperto e alegre que vende bolinhos de arroz pelas ruas de Edo, a "capital do Leste" japonesa, atual Tóquio. Entre seus clientes, está um velho rabugento, visto por alguns como um louco - ele é Hokusai (1760-1849), o famoso pintor e gravurista japonês, criador dos mangás, que influenciou artistas ocidentais como Van Gogh. 
Um dia, uma confusão termina por aproximar Tojiro e Hokusai. Começa uma grande amizade, baseada em respeito, admiração e boas gargalhadas. Guiado por esse senhor excêntrico, Tojiro conhecerá o maravilhoso mundo das ilustrações, aprenderá a arte de gravar desenhos em madeira e ouvirá belas histórias sobre o "mundo das nuvens", onde vivem artistas como Hokusai. 


Julho
Arquivo Histórico: 14 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 17 (3a.feira)

BRONTE, Anne, ROMEU, Julia (trad.) A senhora de Wildfell Hall
Rio de Janeiro, Record, 2017. 504p.

Anne Brontë (1820-1849) desafia as convenções sociais do século XIX neste romance, A senhora de Wildfell Hall. A protagonista da obra quebra os paradigmas de seu tempo como uma mulher forte e independente, que passa a comandar a própria vida. Ao chegar à propriedade de Wildfell Hall, a Sra. Helen Graham gera especulação e comentários por parte dos vizinhos. O jovem fazendeiro Gilbert Markham, por sua vez, desperta um grande interesse pela moça e, aos poucos, vai criando uma amizade com ela e com seu filho. Porém, os segredos do passado da suposta viúva e seu comportamento arredio impedem que o sentimento nutrido pelos dois se concretize, fazendo com que Gilbert tenha dúvidas sobre a conduta da moça. Quando a Sra. Graham permite que ele leia seu diário a fim de esclarecer os fantasmas do passado, o rapaz compreende os tormentos enfrentados por aquela mulher e as razões de suas atitudes. Ela narra sua história até então, desde a relação com um marido alcoólatra e de conduta abominável até a decisão de abandonar tudo em nome da proteção do filho.

Agosto
Arquivo Histórico: 11 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 14 (3a.feira)

LE CLEZIO, J. M. Diego e Frida
Rio de Janeiro, Record, 2010. 240p.

Em uma prosa lúcida e envolvente. Le Clézio percorre essa estranha história de amor que se constitui e é expressa pela pintura. E em um dos momentos mais sensíveis de seu texto. descreve o momento no qual a parceria artística e amorosa se dilui quando com 46 anos, Frida morre, deixando a insuportável lembrança de seu ardor, de sua beleza inquieta no reflexo de espelhos vazios. Apesar do turbilhão de privilégios que cercam Diego. a solidão é enorme. Ele morre em 1957, três anos depois de sua companheira. Diego e Frida conta a história de um casal fora do comum, desde o encontro, o passado carregado de Diego, a experiência de dor e solidão de Frida, a passagem deles pela revolução até a relação de ambos com Trotski e Breton, a aventura americana e a fascinação que Ford exercia sobre eles. O papel enfim dos dois na renovação do mundo da arte. Este é o retrato emotivo e bem pesquisado de um casal indestrutível, mítico, tanto perfeito quanto contraditório.

Setembro
Arquivo Histórico: 15 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 18 (3a.feira)

KINGSOLVER, Barbara. A lacuna
Campinas, Verus, 2011. 443p.

Neste romance profundamente provocativo, Barbara Kingsolver nos leva a uma jornada épica do México de Frida Kahlo e Diego Rivera à América de Pearl Harbor, Roosevelt e J. Edgar Hoover. A lacuna é a comovente história de um homem dividido entre duas nações, além de um retrato inesquecível do artista – e da arte em si. O novo e aguardado romance de Kingsolver conta a história de Harrison William Shepherd, filho de pai americano e mãe mexicana. Após ser expulso da academia militar nos Estados Unidos, Harrison passa seus anos de formação no México, na década de 1930, na casa de Diego Rivera, sua mulher, Frida Kahlo, e Leon Trótski, hospedado com o casal para fugir de assassinos soviéticos. Depois que Trótski é morto, Harrison volta para os Estados Unidos e se estabelece em Asheville, Carolina do Norte, onde se torna um escritor de sucesso e mais tarde é investigado por suspeita de subversão. Narrado em forma de cartas, diários e recortes de jornal, este é um livro de raro poder dramático.

Outubro
Arquivo Histórico: 20 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 23 (3a.feira)

ATWOOD, Margaret, CASTRO, Lea Viveiros de (trad.) Olho de gato
Rio de Janeiro, Rocco, 2007. 432p.

A autora canadense intercala os momentos de estranheza da Elaine de meia-idade prestes a ser homenageada com as descobertas da Elaine de nove anos, que passa por momentos perturbadores e marcantes na formação de sua personalidade. A história começa na estrada, no período da Segunda Guerra Mundial, quando, com os pais e o irmão mais velho, a garota circula pelo Canadá, sem endereço fixo, dormindo em hotéis e barracas. Quando está prestes a completar nove anos, a família instala-se em Toronto, em uma casa cercada de lama, como outras tantas.

Novembro
Arquivo Histórico: 10 (Sábado)
Espaço Novo Mundo: 13 (3a.feira)

AMARAL, Maria Adelaide. Tarsila
São Paulo, Globo, 2012. 112p.
Em romances peças de teatro ou obras para televisão Maria Adelaide Amaral trata História e humanidade como irmãs siamesas. Ela está sempre a nos mostrar como as pequenas histórias pessoais – melodramáticas rocambolescas ou triviais – são os fios com que se tece a grande narrativa coletiva. A peça conta apenas uma versão possível de uma vida excepcional. A de uma grande artista que fazia revoluções na sua vida pessoal com a mesma simplicidade e segurança com que as aceitava na sua vida pessoal com a mesma simplicidade e segurança com que as aceitava em sua obra. Mas é também uma chave para entendermos o que foi o modernismo para aqueles burgueses que sofriam de uma angustia que ainda não podiam nomear.

Dezembro
Arquivo Histórico: 15(sábado)
Espaço Novo Mundo: 18 (3a.feira)

HUSTVEDT, Siri. O que eu amava
São Paulo, Companhia das Letras, 2004. 512p.

Em 1975, o historiador da arte Leo Hertzberg visita uma galeria do SoHo, em Nova York, e sente-se atraído por um quadro de William Wechsler, pintor que até então desconhece. Fascinado pela obra, compra o quadro e vai atrás do artista. É o início de uma amizade duradoura.
Leo e William vão morar no mesmo prédio, com as respectivas mulheres, e tornam-se pais na mesma época. No entanto, os anos de felicidade serão abalados - primeiro por uma tragédia, depois por um caso de dupla personalidade, que vem à tona lenta e corrosivamente.
Vinte e cinco anos depois do primeiro encontro, Leo retraça o envolvimento afetivo com o amigo artista, e revê a história das duas famílias. Hustvedt expõe com maestria a intimidade de um homem que, corroído pelo tempo, tenta dar sentido ao que viveu.
Neste thriller psicológico, a autora aborda temas como amizade, amor, arte e esquizofrenia, conduzindo o leitor a regiões obscuras da existência - que, paradoxalmente, podem iluminar toda uma vida.
***
Endereços onde são realizadas as Rodas de leitura em 2018:

Arquivo Histórico Municipal - Subsolo do CME Adamastor
Avenida Monteiro Lobato, 734  - Macedo - Guarulhos  

Livraria Nobel no Espaço Novo Mundo
Avenida Salgado Filho, 1453 - Centro - Guarulhos

As Rodas de Leitura tem dois momentos: 
1) A leitura individual do título do mês e 

2) O encontro nos espaços e datas citados. 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

A última aula de Sumi-e de 2017 / The last class of Sumi-e in 2017


Olá, queridos leitores!
Novembro acabou e, com ele, meu 3o. ano das aulas de Sumi-e!! 
É tradição no mês de novembro nós aprendermos a pintar o animal do ano seguinte no calendário chinês. 2018 será o ano do cachorro e qual é o melhor modelo? Pipo, é claro!

Hello, dear readers!
November ended and, with it, my 3rd year attending Sumi-e classes!
It is a tradition that we learn how to paint the animal of the next year in Chinese Calendar and 2018 will be the Year of the Dog. And what is the best model for my paintings? Pipo, the puppy, of course!


Além do cachorro, estou me esforçando para melhorar minhas pinturas de carpa.
Besides painting the dog, I am striving to improve my paintings of koi.


Esta semana fiz 16 cadernos usando a costura copta, para dá-los de presente de final de ano.
This week I made 16 blank books with coptic stitching in order to give them as a Christmas/New Year gift.


Fiquei feliz porque muitos gostaram do caderno e até fizeram uma arte na capa!
I was very happy because many liked to get my blank book and some of them ever made their paintings in the cover!!

Professora/Teacher Suely Shiba


A turma toda, todos gratos por um ano maravilhoso.
The picture of the whole group, grateful for more one marvelous year.