sábado, 28 de janeiro de 2017

Cursos de Origami na Aliança Cultural Brasil Japão a partir de Fevereiro


Olá, queridos leitores!
Repasso conteúdo do email enviado pela Aliança Cultural Brasil Japão.

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Imaginação, atenção, criatividade, inspiração, memória, paciência, bem-estar, alegria, satisfação pessoal por conseguir produzir sozinho um trabalho manual complexo.
Os benefícios da prática constante do Origami são inúmeros, e os estudos científicos comprovam que essa arte milenar japonesa consegue estimular os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, através do uso dinâmico de ambas as mãos!
Depois de conhecer tantos benefícios da arte das dobraduras, dá ainda mais vontade de aprender Origami na Aliança! A Aliança oferece os cursos nos módulos Regular e Temáticos, com a professora Mari Kanegae! Estamos esperando você!
Confira abaixo o cronograma das aulas e faça sua inscrição:
Unidade Vergueiro – Profa. Mari Kanegae
Curso Regular – Para aprender com calma
07/02 – 28/03 (terça)Avançado: 14h30 – 15h45Básico: 16h00 – 17h15Avançado: 18h00 – 19h15
08/02 – 29/03 (quarta)
Intermediário: 14h00 – 15h30
Avançado: 16h00 – 17h15
Intermediário: 18h00 – 19h15
10/02 – 31/03 (sexta)
Básico: 08h00 – 09h15
Avançado: 09h15 – 10h30
Intermediário: 10h30 – 11h45
Curso Temático – Diversos temas para aprender brincando
Envelopes e Embalagens (23/02)
Páscoa (30/03)
Dia das Mães (27/04)
Dia dos Namorados (25/05)
Kusudama (29/06)
Horário: 14 às 17 horas ou 18 às 21 horas
Faixa Etária: a partir dos 8 anos
Valor do curso: R$ 85,00
Material: R$ 7,50 (bloco de papel com 50 fls)
Local: Aliança Cultural Brasil-Japão – Unidade Vergueiro
Rua Vergueiro, 727, 5º andar, Liberdade, São Paulo – SP
Informações e inscrições: (11) 3209-6630 / vergueiro@aliancacultural.org.br



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Curso Viva e Deixe Viver de Contação de Histórias 2017

http://www.vivaedeixeviver.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=81&catid=16&Itemid=300 - Acesso em 19 de janeiro de 2017






AS INFORMAÇÕES ABAIXO SÃO PARA O CURSO DE SÃO PAULO SP

SEDE VIVA SP


Rua: Fortunato, 140 - Santa Cecília - São Paulo/SP
Telefone: +55 (11)3081-6343
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O Curso para formação de Contadores de Histórias acontecerá no período de fevereiro a agosto de 2017.

Formamos um voluntário Contador de Histórias com competências de um agente de saúde, pesquisador e promotor das boas práticas na gestão do bem estar.

Desejamos um cidadão consciente pela causa “humanização da Saúde”, que tenha compromisso com nossa missão junto a crianças, adolescentes, famílias e profissionais e que seja constante na responsabilidade de educar e obter saúde com indicadores positivos.

Para tornar-se parte integrante de nossa equipe de contadores de histórias em hospitais e adquirir o Direito de Uso do Avental da Viva, é necessário que o participante tenha 100% de presença nas aulas ministradas no curso de formação. A reposição de aulas por ausência só poderá ser feita nas disciplinas não obrigatórias e serão limitadas a 25% do curso, ou seja, três (3) disciplinas.

Eventuais faltas devem ser justificadas e serão submetidas a avaliação, podendo ou não ser autorizada a sua reposição. Lembramos que haverá apenas uma única aula de reposição para cada disciplina. Tendo em vista sua excepcionalidade, as reposições serão limitadas a 20 pessoas, escolhidas pelo critério de preferência, ou seja, as vinte primeiras pessoas a solicitarem a reposição.

Os voluntários que porventura não completarem 100% de participação do curso serão convidados, a partir de agosto, a conhecer a gestão da Viva, e poderão atuar como Fazedores de Histórias, conciliando uma atividade na sede e/ou eventos organizados pela Associação.

E aqueles que têm uma vida cheia de compromissos mas desejam praticar uma ação voluntária, mesmo que pontual, poderão se habilitar para atuar como Contadores de Histórias em organizações ligadas ao Centro de Voluntariado de São Paulo.

Para isto deverão assistir e participar a 50% de conteúdos ligados aos seguintes Módulos: “Princípios e Diretrizes da Associação Viva e Deixe Viver”, “Fundamentos Filosóficos do Voluntariado Contemporâneo”, Planejamento Pessoal e Administração no Tempo do Era uma vez”, “Formação de leitores e o Valor de Registro no Diário do Contador e Histórias de quem Conta História” e o “Sarau Literário”.

Informações sobre o Centro de Voluntariado de São Paulo poderão ser obtidas através do site www.voluntariado.org.br.
Confira os pré-requisitos para se tornar um voluntário Contador de História da Associação Viva e Deixe Viver:
  • Conhecer e concordar com missão, causa, princípios e visão da Associação Viva e Deixe Viver (vide link);
  • Ter idade superior a 18 anos;
  • Gostar de ler, ter disponibilidade para estudar livros infantis e interesse em ser Contador de Histórias;
  • Ter disponibilidade para atuar uma vez por semana durante duas horas no hospital de sua escolha (vide link);
  • Participar de oficinas de capacitação oferecidas pela Associação para aperfeiçoamento da atividade de contar histórias;
  • Saber que o trabalho voluntário não será considerado como um estágio;
  • Não buscar colocação profissional nos hospitais parceiros da Associação Viva e Deixe Viver;
  • Ter o direito de Uso do avental da Associação Viva e Deixei Viver, disponibilizado na formatura enquanto o voluntário estiver em atuação nos hospitais parceiros. Caso haja desistência das ações voluntárias, o avental deverá ser devolvido na sede em São Paulo.
Taxa de inscrição
O curso Viva e Deixe Viver de Contação de Histórias 2017 tem 90% do custo subsidiado pela Lei Rouanet. O interessado em participar do curso terá como despesa uma taxa única no valor de R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais), que se refere aos 10% restantes dos custos, não subsidiados, e que se destina a: manutenção dos espaços, custos administrativos e o direito de uso do avental. Lembramos que o avental será entregue apenas àqueles que se tornarem voluntários da Viva e concluírem o curso com ambiência hospitalar. 
A isenção da taxa será concedida excepcionalmente, limitada a 05% das vagas disponibilizadas no curso, e é condicionada ao seguinte:
a) Deverá ser requerida por escrito, no local designado para as inscrições, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data de início do Curso;
b) O requerente deverá ser estudante de escola pública ou declarar, sob as penas da lei, ter renda mensal própria ou do responsável inferior ao limite de isenção do imposto de renda.
Ressaltamos que em caso de desistência do Curso de Contação de História, a taxa de inscrição não será reembolsada.
Limite de inscrições: 280 vagas
CRONOGRAMA:
18 de Fevereiro– Disciplina: Princípios e Diretrizes da Associação Viva e Deixe Viver e Fundamentos Filosóficos do Voluntariado Contemporâneo
Apresentação da Associação Viva e Deixe Viver e do processo de treinamento. Educar para a solidariedade pressupõe recuperar conceitos que não se reduzem a sentimentalismos ou a uma vaga ideia de assistencialismo. Solidariedade tem a ver com a solidez de uma vida em sociedade, a qual se apoia na vida da família e na de outras comunidades.

11 de Março- Disciplina: Planejamento Pessoal e Administração no Tempo do era uma vez
Propõe aos participantes uma visão sobre as diferentes atividades do seu dia-a-dia, proporcionando uma reflexão sobre a inserção da ação voluntária na magia do “Era uma vez, do Brincar e como elas transformam as vidas de pais e crianças”.

25 de Março (Obrigatória)– Disciplina: “Formação de leitores e o Valor do Registro no Diário do contador e Histórias de quem Conta Histórias”
Apresentar aos participantes as principais técnicas de contação de Histórias, recursos e os benefícios da leitura, baseada no prazer, na identificação, no interesse e na liberdade de interpretação.

08 de Abril (Obrigatória)- Disciplina: A Ética do Contador e o Uso do Avental da Viva e Ambientação Hospitalar / O Mundo da Saúde.
A arte de Contar histórias motivando vidas no acolhimento , a Empatia no Acolhimento, Educação. NR32 - Abordar a realidade hospitalar, os cuidados necessários com a higiene, como a lavagem das mãos, alimentação, aparência, o respeito pela equipe multidisciplinar, acompanhantes e pelas normas do hospital, através de literatura apropriada visando a cultura e educação. Conhecer práticas e valores da Associação.

29 de Abril (Obrigatória)– Disciplina: Processo de Morrer /Lidar com as Perdas
Fala sobre o paciente paliativo e sua família, o conforto físico, social e espiritual, além do processo de luto.

22 a 27 de Maio (Obrigatória)- Disciplina: “Vivência Terapêutica - Aprendendo a Perder” (escolher apenas um dia na semana) (Sede da Associação)
Sistema de avaliação do voluntário para atuar na ambiência hospitalar através da dinâmica que propõe a reflexão sobre questões emocionais que surgem durante a atuação junto às crianças e aos adolescentes nos hospitais.

19 e 20 de Maio– Workshop: “A descoberta do Brincar Educacional” (Anfiteatro do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas)

5 a 10 de Junho (Obrigatória) - Sarau Literário (escolher apenas um dia na semana).
Oportunidade de vivenciar uma situação de contação de histórias e orientação para desenvolver esta técnica.

01 de Julho a 29 de Julho (Obrigatória)Disciplina: Treinamento no Hospital(um dia por semana) (Hospital de Escolha)
Conhecer o ambiente hospitalar, as regras do hospital e iniciar a contação de histórias e incentivar a leitura para as crianças e adolescentes a partir do monitoramento de um voluntário mais experiente.

05 de Agosto (Obrigatória)- Disciplina: “Conversa Viva: Assumindo o seu Contador de Histórias” (Sede da Associação)
Discutir as experiências vividas e enfrentamentos durante o treinamento monitorado nos hospitais. Impactar os novos voluntários transcorrendo todo o processo preparatório de 7 meses que ele teve que passar para chegar à etapa final.

19 de Agosto (Obrigatória)– Formatura: “Celebrando a Arte de Ler, Brincar e Contar Histórias”.
Local:Auditório da Uninove Campus Memorial – Av. Francisco Matarazzo, 364 Água Branca.
Horário:das 9h às 12h

sábado, 14 de janeiro de 2017

Rodas de Leitura 2017 / Reading circles 2017

Endereços onde são realizadas as Rodas de leitura em 2017:
Ateliê do Coletivo 308
Rua Paschoalina Migliorini, 131 - Ponte Grande - Guarulhos  

Livraria Nobel no Espaço Novo Mundo
Avenida Salgado Filho, 1453 - Centro - Guarulhos

As Rodas de Leitura tem dois momentos: 
1) A leitura individual do título do mês e 
2) O encontro nos espaços e datas citados. 


Ciclo Imigrantes

Fevereiro
Espaço 308: 11 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 15 (4a.feira)
MACHADO, Alcântara. Brás, Bexiga e Barra Funda.
Edição de domínio público. Várias editoras

Os onze contos presentes nesta obra são um riquíssimo retrato da vida urbana e operária da cidade de São Paulo nos anos 1910 a 1920. As rápidas narrativas retratam o cotidiano, a cultura e o linguajar das famílias de imigrantes italianos que viviam nos bairros que dão nome à obra. 
De leitura rápida e fácil, Brás, Bexiga e Barra Funda encanta, diverte e emociona seus leitores, que rapidamente se identificam com os carismáticos e alegres personagens retratados por Alcântara Machado.


Março
Espaço Novo Mundo: 14(4a.feira)
Espaço 308: 18 (sábado)


MIGUEL, Salim, Nur na escuridão. Rio de Janeiro, Record. 2008. 320p.

Este romance autobiográfico conta a saga de uma família libanesa que emigra para o Brasil em 1927 e se estabelece em Santa Catarina. O romancista. contista e jornalista Salim Miguel. que tinha pouco mais de três anos quando desembarcou no porto do Rio de Janeiro. confere realismo e emoção à bela história num texto cinematográfico.

Abril
Espaço 308: 8 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 12 (4a.feira)



AZEVEDO, Francisco. Arroz de Palma. Rio de Janeiro, Record. 2015. 368p.

Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, este livro narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos a vida desta família, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas da família, em 1908, e que serve de fio condutor a esta história.
O arroz de palma é um romance delicado, que emociona e comove. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.



Maio:
Espaço 308: 13 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 17 (4a.feira)




HEMON, Aleksandar. O projeto Lazarus. Rio de Janeiro, Rocco. 2009. 304p.

Em 'O projeto Lazarus', Alekandar escreve sobre as dores acidentais, unindo duas vidas separadas no tempo e no espaço. A obra é uma continuação da sua visão sobre a decadência do imigrante no mundo pós-moderno. Em 1908, Chicago é palco da morte de Lazarus Averbuch, um imigrante do leste europeu, de 19 anos, que trabalhava empacotando ovos e vivia com a irmã mais velha, assassinado friamente pela polícia por sua pretensa ligação com os anarquistas. Cerca de cem anos depois, Chicago é o lar que aflige Vladimir Brik, um escritor bósnio atormentado pela crise de identidade e sua condição de outsider - desencantado pela sua vocação, o país natal e, sobretudo, com a América 'das oportunidades', mas encantado pela história de Lazarus, revivido pelas pesquisas, depoimentos de sua irmã e das cartas que ela escreve à família.

Junho
Espaço 308: 10 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 14 (4a.feira)


OTSUKA, Julie. O Buda no sótão. São Paulo, Grua. 2014. 144p.

Tinham os cabelos negros e longos e não eram muito altas. A mais nova tinha 12 anos, a mais velha, 37. Algumas vinham do campo e nunca haviam visto o mar. Não conheciam seus maridos, e pelas fotografias os imaginavam belos e prósperos, e estavam certas de que lhes garantiriam uma vida melhor. Eles haviam emigrado antes do Japão para a costa oeste dos Estados Unidos. A narrativa vai do choque da chegada a San Francisco, na década de 1910, passando pelo nascer e crescer dos filhos, que falam apenas inglês, até a deportação para áreas militares, os chamados campos de exclusão durante a Segunda Guerra Mundial. Deixar para trás os costumes, a língua, a família, um amor, e enfrentar uma realidade sempre dura, tão diferentes das fotografias e dos sonhos no navio. Esposas de homens que mal conhecem, trabalhadoras incansáveis, mães, avós, papéis desempenhados ao longo de tantas vidas narradas em coro. 


Julho
Espaço 308: 15 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 19 (4a.feira)




LAHIRI, Jhumpa. Aguapés. São Paulo, Globo. 2014. 440p.

Neste novo país enorme, parecia não haver lugar para o país anterior. Não havia nenhuma ligação entre os dois; a única ligação era ele. Aqui a vida deixava de tolhê-lo ou de atacá-lo. Aqui a humanidade não estava sempre empurrando, forçando, correndo como que perseguida por um fogaréu.” Dificilmente outras palavras narrariam tão bem a sensação de estar em outro país, o choque cultural, a memória longe, “em casa”. E o que é uma casa afinal? 

Pelas aventuras e escolhas de Subhash e Udayan Mitra, um nos Estados Unidos e outro na Índia, acompanhamos o quanto a perspectiva pessoal e subjetiva desses dois irmãos ecoa em uma base histórica, da fundação da Índia como um todo e de sua relação com os ingleses e com a língua inglesa, em que as geografias são reatualizadas a cada instante. 

Ciclo Os animais e nós

Agosto
Espaço 308: 12 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 16 (4a.feira)

LONDON, Jack.  Caninos brancos. São Paulo, Penquin Companhia, 2014. 296p.

Caninos Brancos é um lobo nascido no território de Yukon, no norte congelado do Canadá, durante a corrida do ouro que atraiu milhares de garimpeiros para a região. Capturado antes de completar um ano de idade, é usado como puxador de trenó e obrigado a lutar pela sobrevivência em uma matilha hostil. Mais tarde repassado a um dono inescrupuloso, é transformado em cão de rinha e, mesmo depois de resgatado desse universo de violência, ainda precisa de um último ato de heroísmo para conseguir sua redenção e finalmente encontrar seu lugar no mundo. Em Caninos Brancos (1906) Jack London narra a história d e um animal que precisa suprimir seus instintos para sobreviver na civilização


Setembro
Espaço 308: 9 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 13 (4a.feira)


WOOLF, Virginia. Flush: memórias de um cão. Porto Alegre, L&PM. 160p.


Virginia Woolf era uma escritora consagrada quando concebeu Flush, em 1931. lMas em 1931, em pleno verão inglês, deparou-se com a figura de um cão inusitadamente vivo e esperto que brotava da correspondência entre os célebres poetas vitorianos Elizabeth Barrett e Robert Browning. "A imagem do cachorro deles me fez rir tanto que não pude deixar de dar-lhe vida", confessou ela a uma amiga para explicar a gênese do seu mais bem-humorado livro. Publicado pela primeira vez na Inglaterra em outubro de 1933, Flush é a deliciosa e inusitada biografia de um cão. Mostra aventuras e mistérios da existência percebidos através dos olhos do melhor amigo do homem. O personagem central dessa história é um cocker spaniel de origem inglesa. De quebra, Virginia Woolf aproveita para tecer, em estilo deliciosamemente espirituoso e bem-humorado, ácidos comentários sobre a sociedade inglesa e vitoriana e seus valores.

Outubro
Espaço 308: 7 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 11 (4a.feira)


APPLEGATE, Katherine. O grande Ivan. Ribeirão Preto, Irado. 288p.

Inspirado na história real de um gorila pintor que viveu grande parte de sua vida na vitrine de um shopping center. O livro aborda a proteção aos animais. A história é contada sob a visão de um gorila. Uma história emocionante, que ajuda os pais a ensinarem a seus filhos sobre ecologia através da sensibilidade e do lúdico.

Novembro
Espaço 308: 18 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 22 (4a.feira)


BOULLE, Pierre. O planeta dos macacos. São Paulo, Aleph. 2015. 216p.

Em pouco tempo, os desbravadores do espaço descobrem a terrível verdade: nesse mundo, seus pares humanos não passam de bestas selvagens a serviço da espécie dominante... os macacos. Desde as primeiras páginas até o surpreendente final – ainda mais impactante que a famosa cena final do filme de 1968 –, O planeta dos macacos é um romance de tirar o fôlego, temperado com boa dose de sátira. Nele, o autor revisita algumas das questões mais antigas da humanidade: O que define o homem? O que nos diferencia dos animais? Quem são os verdadeiros inimigos de nossa espécie


Dezembro
Espaço 308: 9 (sábado)
Espaço Novo Mundo: 13 (4a.feira)


BOWEN, James. Um gato de rua chamado Bob. Ribeirão Preto, Novo Conceito. 2014. 240p.


JAMES É UM músico de rua lutando para reerguer-se.

BOB É UM GATO de rua à procura de um lugar quente para dormir. 

Quando James encontra Bob no corredor de seu prédio, não tem ideia do quanto sua vida está prestes a mudar. Ele, despretensiosamente, cuida de Bob e, depois, permite que o gato siga seu caminho, imaginando que nunca o verá novamente. Mas Bob jamais o abandonaria...

Um gato de rua chamado Bob é uma sensação internacional, permaneceu na lista dos mais vendidos na Inglaterra por 52 semanas consecutivas e foi publicado em 26 países ao redor do mundo. 

Uma história comovente de superação sobre uma improvável amizade entre um homem e o gato que o adotou e transformou sua vida completamente.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Feliz 2017! / Happy 2017!


Olá, queridos leitores!
Espero que todos tenham celebrado a passagem do ano a contento.
Quero registrar a passagem do ano com esta foto da minha mãe fazendo os tradicionais mochis de ano novo.
Atualmente ela tem 74 anos e acordou cedo para fazê-los. A alegria e a longevidade dela sempre me espantam. Neste ponto ela é uma inspiração para mim, não só no ano novo mas no todo.

Hello dear readers!
I hope that all of you have celebrated the New Year at your hearts content.
I want to get registered this picture with my mother making the traditional New Year mochis.
She is 74 years old now and she woke up early to make them. 
Her joy and longevity always astound me. In this she is a inspiration for me, not only in the New Year, but all year long.